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A educação que constrói a cidade.

Uma metodologia de contextualização da aprendizagem, desenhada cidade por cidade desde 2008. Para gestões municipais que querem deixar legado.

Coordenação técnica: Profa. Dra. Sueli Ângelo Furlan, Universidade de São Paulo. Uma metodologia com dezoito anos de prática em território real.

A escola brasileira ainda ensina a cidade que o estudante nunca viu.

A criança estuda o rio Amazonas para a prova e desconhece o córrego que passa atrás do quintal. O conteúdo entra pela porta do abstrato e sai sem deixar reconhecimento.

A distância entre o currículo e o território cobra um preço medido nos indicadores oficiais. O estudante precisa enxergar sentido no que estuda, e o sentido começa pelo lugar onde ele vive.

A cidade fica de fora da sala

Quando a aprendizagem ignora o território, o engajamento escorre. Os dados desenham o quadro:

5,9%

a maior taxa de evasão da educação básica está no Ensino Médio

Inep · Censo Escolar 2023

~3 milhões

de jovens de 15 a 17 anos estão fora da escola no Brasil

Instituto Unibanco

~70%

dos abandonos se explicam por necessidade de trabalhar e por desinteresse

IBGE/PNAD Contínua

O Instituto Unibanco aponta a falta de sentido e de flexibilidade no currículo entre os fatores escolares centrais associados ao abandono.

E as competências que o mundo cobra ficam para trás

Enquanto isso, o que o século XXI exige passou a ser medido, e o Brasil aparece atrás:

412

pontos do Brasil em resolução colaborativa de problemas

PISA 2015 · 51º entre 52 participantes

−10 pts

abaixo da média da OCDE em pensamento criativo

PISA 2022

As competências mais exigidas hoje: pensamento analítico, resiliência, liderança, pensamento criativo e autoconsciência.Fórum Econômico Mundial · Future of Jobs Report 2025

Existe um caminho que resolve os dois ao mesmo tempo.

A educação que constrói a cidade.

Uma frase com dois sentidos verdadeiros, sustentados ao mesmo tempo.

Sentido pedagógico

A educação se constrói com a cidade. O bairro, o rio, a praça, o mercado, a biodiversidade local, a memória da comunidade. O território é o material bruto da aprendizagem, e o conteúdo curricular chega pela porta do reconhecimento.

Sentido cívico

A educação constrói cidade como efeito. Os estudantes saem para o território, mapeiam problemas, desenham soluções e executam projetos. O que começa dentro da escola transborda para fora dos muros e melhora o lugar onde as pessoas vivem.

A cidade entra na escola. A escola volta à cidade. A cidade volta transformada.

Metodologia de Contextualização da Aprendizagem. O motor de tudo o que a Atina entrega.

A palavra contexto vem do latim contextu(m): entrelaçar, tecer, unir tecendo. Era o nome que se dava à trama de um tecido.

A MCA opera assim. Ela entrelaça o que a escola precisa ensinar com o que o estudante reconhece como seu. O currículo obrigatório e o território vivido se encontram no ponto exato em que os dois fios se cruzam, e a aprendizagem acontece nesse cruzamento.

Contextualização cultural

O estudo de cada tema começa pela investigação do ambiente conhecido. O professor parte do que é familiar ao aluno e entra no currículo pela porta do reconhecimento.

Contextualização cognitiva

A aprendizagem se organiza em desafios alcançáveis, partindo do concreto e tangível para chegar ao abstrato e universal. A ordem do movimento importa.

As duas dimensões compõem um método de ida e volta. Começa na cidade. Sobe ao conceito. Retorna à cidade como ação.

Estudante examinando de perto o mapa do próprio território, com vista aérea e rios
Partir do território vivido: estudar de perto o mapa do próprio território.

Um projeto real sobre o território treina as competências que o mundo passou a exigir.

Quando o estudante investiga o lugar onde vive, dialoga com a comunidade, propõe uma solução e a apresenta em público, ele desenvolve, ao mesmo tempo, seis eixos de competência:

  • Pensamento crítico e científico

    Formular hipótese, coletar dado, testar, concluir.

    BNCC, competência geral 2
  • Criatividade

    Inventar a solução para um problema que o território coloca de forma única.

    BNCC, competências gerais 2 e 3
  • Comunicação

    Apresentar para a comunidade, a imprensa local e o poder público. Situações reais.

    BNCC, competências gerais 4 e 7
  • Colaboração

    Um projeto coletivo de meses exige dividir tarefa, ouvir quem discorda, distribuir crédito.

    BNCC, competência geral 9
  • Responsabilidade e cidadania

    O estudante sai do prédio para resolver um problema da própria comunidade.

    BNCC, competência geral 10
  • Autoconhecimento

    No trabalho longo, o estudante descobre o que gosta, o que faz bem e qual é o seu papel.

    BNCC, competências gerais 6 e 8

Os seis eixos da MCA cobrem 8 das 10 competências gerais da BNCC. Os mesmos eixos aparecem como domínios recentes do PISA, colaborativo em 2015 e criativo em 2022, e como competências centrais no Future of Jobs Report 2025 do Fórum Econômico Mundial.

  • BNCC
  • OCDE / PISA
  • Fórum Econômico Mundial
Prova de escala

Programa Ciência na Escola. Bahia. 2012 a 2019.

Sete anos de operação contínua na rede estadual baiana, com a MCA aplicada em escala.

800 milestudantes alcançados ao longo dos sete anos.
417municípios atendidos com livros e formação docente territorializados.
750escolas da rede estadual envolvidas com a metodologia completa.
+1.000professores formados na rede.

Contratante: Secretaria de Educação do Estado da Bahia. Operação e coordenação técnica: Atina.

Prova de resultado

Antes do programa, a Bahia não aparecia no ranking nacional de ciências. Durante o programa, chegou ao primeiro lugar do Brasil.

O resultado mais visível do Programa Ciência na Escola foi a transformação da Bahia no cenário de feiras científicas estudantis do país.

FEBRACE, USP

A maior feira científica escolar do Brasil. Ao longo do ciclo do programa, a rede estadual baiana tornou-se a primeira colocada do país em número de projetos inscritos.

Criativos da Escola, Instituto Alana

A mesma rede ocupou o primeiro lugar nacional em projetos submetidos.

Reconhecimento internacional

Estudantes e professores da rede foram premiados na Intel ISEF, a maior feira pré-universitária de ciências do mundo. Um professor da rede figurou entre os finalistas do Global Teacher Prize em 2015.

FECIBA, a Feira de Ciências da Bahia

Evento estadual criado dentro do programa.

De 90 trabalhos inscritos em 2012 para mais de 1.000 em 2015.

Crescimento superior a dez vezes em quatro anos. Em 2015, a feira ocupou o estádio Fonte Nova, em Salvador.

O livro territorializado gerou pertencimento imediato. A formação docente transformou esse pertencimento em projeto científico rigoroso. O apoio à autoria criou uma cultura de publicação nas escolas. As feiras viraram a culminância natural. O mesmo encadeamento se reproduz em qualquer território, desenhado para as condições de cada um.

Estudantes da rede erguem juntos o troféu de primeiro lugar do Mutirão do Eletrônico, com o painel da Magalu ao fundo
Prova recente e auditada

Mutirão do Eletrônico, 2025. 96,1% das escolas chegaram ao fim. 100% pediram nova edição.

Parceria Magalu, Centro Paula Souza e Secretaria de Educação de São Paulo. Operação: Movimento Circular, coletivo liderado pela Atina.

Programas de mobilização costumam começar com inscrição alta e terminar com engajamento em queda. O diferencial da Atina está na mecânica que sustenta a curva até o fim, a mesma que estrutura a Plataforma Mobiliza na rede municipal.

  • 96,1%de engajamento. 99 das 103 escolas inscritas concluíram a jornada completa.
  • 100%das escolas declararam que participariam de uma nova edição.
  • +290educadores certificados como Embaixadores da Circularidade, com 30 horas de carga horária.
  • 87 tde resíduos eletrônicos coletadas, com destinação rastreada. E mais de 73 mil alunos alcançados.

Fonte: Relatório do Projeto Mutirão do Eletrônico, Movimento Circular, 12 de dezembro de 2025. Dado auditado, de um programa encerrado há poucos meses.

Ver a plataforma em operação
Retrato editorial da Profa. Dra. Sueli Ângelo Furlan em ambiente arborizado

Há dezoito anos, a mesma pesquisadora que ajudou a escrever o currículo brasileiro coordena cada projeto da Atina.

Profa. Dra. Sueli Ângelo Furlan

Coordenação técnica, coarquiteta e autora dos materiais da metodologia desde a fundação da Atina, em 2008.

Professora titular de Geografia da FFLCH-USP. Doutora em Geografia Física pela USP, com pós-doutorado pela Universidade de Cádiz. Chefe do Departamento de Geografia da FFLCH-USP entre 2019 e 2022. Coautora dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Geografia (MEC, 1997) e de currículos estaduais e municipais em São Paulo, Acre, Rio Grande do Norte, Maranhão e outros estados.

Ela participa pessoalmente de cada projeto, coordena o desenvolvimento técnico-pedagógico e assina os materiais como autora. A coordenação técnica acompanha o município do diagnóstico ao lançamento.

A coordenação em números acadêmicos
  • 1.408 citações acadêmicas no Google Scholar.
  • H-index 15 · i10-index 27.
  • Mais de 100 publicações em editoras como Contexto, Penso, Atual e Edusp.
  • Mais de 20 obras produzidas em parceria com a Atina, das quais é coordenadora técnica e autora.
  • Currículo Lattes ID: K4786453D3.

Cinco pilares que funcionam como um só sistema.

Cada município contrata o sistema completo. A configuração de cada pilar se desenha a partir do diagnóstico do território.

  1. 2

    Sequências didáticas e projetos de referência

    Banco de atividades estruturadas, com mais de 100 horas de hora-aula em metodologias ativas, prontas para uso docente. Conectam o livro territorializado ao currículo oficial.

  2. 4

    Formação docente

    Formação continuada, presencial e a distância, para toda a rede. O professor experimenta o método antes de aplicar, reescreve, testa e compartilha.

  3. 5

    Gincana e engajamento comunitário

    As escolas competem em missões socioambientais reais no território: mapeamento de nascentes, diagnóstico de resíduos, registro de biodiversidade, documentação da memória cultural.

O livro dispara a investigação. A sequência didática estrutura a aula. A formação prepara o professor. A gincana mobiliza a cidade. A plataforma registra tudo. O dashboard comprova.

Página interna do atlas territorializado, com infográfico sobre o clima e a paisagem do território Página interna do atlas territorializado, com dados sobre as águas do território Capa do livro territorializado, com o mapa de satélite do território e o nome na capa

Um livro com o nome da sua cidade na capa.

Para cada município, a Atina pesquisa o território e produz um livro próprio. Capa com o nome da cidade. Imagens do lugar. Dados verificados localmente. Vozes da comunidade nas páginas.

Para o estudante, o livro é espelho e porta. Ele se reconhece no que vê e se interessa pelo que ainda não conhece.

Para o professor, é ferramenta de trabalho interdisciplinar e disparador de projeto, com vida útil de dois a três anos letivos.

Para a gestão, é o símbolo tangível do programa. É o objeto que o prefeito leva à tribuna, que a imprensa local fotografa e que permanece na estante das escolas depois que a gestão termina.

Solicitar um exemplar de demonstração Enviamos um livro já produzido para outro município, para você folhear o objeto real.
A plataforma

Plataforma Mobiliza: a página pública que comprova, em tempo real, o que a sua gestão está entregando.

A Plataforma Mobiliza torna visível e demonstrável, no momento em que a atividade acontece, o que a rede municipal está fazendo. O gabinete abre a página e mostra. O jornal local fotografa a tela. A Câmara pergunta sobre educação, e a secretaria responde com dado auditado. O nome do município fica no topo, e o do prefeito, no banner da página pública.

Secretário em sala de gestão com um laptop exibindo o dashboard analítico roxo da Plataforma Mobiliza
Dashboard analítico · secretário
Celular exibindo a gincana gamificada da plataforma, segurado em uma escola
Gincana gamificada · professor
Reunião de gestão com um laptop exibindo a página pública da Plataforma Mobiliza, com indicadores do Mutirão
Página pública · prefeito
Estudante em sala estudando no computador, com a trilha da Plataforma Mobiliza na tela
Trilha do estudante

Para o prefeito

Homepage pública com KPIs ao vivo, mapa das escolas e ranking de participação. Uma vitrine pronta para a tribuna, a imprensa e a reunião com o empresariado, durante o próprio mandato.

Para o secretário

Dashboard analítico com indicador por escola, por bairro e por professor. Cada atividade vem com foto, geolocalização e aprovação documentada. O relatório para a Câmara e o Tribunal de Contas fica pronto a qualquer momento, sem pedir planilha a ninguém.

Para o professor

Trilha formativa com aulas curtas, progresso e reconhecimento. O trabalho de sala vira registro certificado.

Para o estudante

Portfólio com pontos, conquistas e celebração pública do esforço.

Ao vivo

Já em operação em 2026

Mutirão do Eletrônico (Magalu, com 100 escolas de São Paulo) e SEMIL Circular (Governo do Estado de São Paulo, início em 24 de abril de 2026). Telas reais, em produção, apresentáveis ao vivo à sua equipe. O dashboard exporta no padrão exigido pela Câmara, pelo TCE e por parceiros ESG.

Agendar uma apresentação da plataforma

Um semestre para implementar. Uma gestão inteira para colher.

O programa é desenhado e implantado em um único semestre, em quatro fases conectadas:

Estudantes da rede reagindo com entusiasmo durante uma atividade do programa
A energia dos estudantes da rede ao longo do programa, na Bahia.
  1. 1

    Material territorializado

    Pesquisa do território, produção do livro com o nome da cidade, curadoria das sequências didáticas, ajuste da identidade. O produto do município, único, feito para durar vários anos letivos.

  2. 2

    Engajamento da rede

    Formação dos professores na MCA e preparação dos coordenadores pedagógicos. A escola entra no método antes do estudante.

  3. 3

    Mobilização da comunidade

    Ativação da Plataforma Mobiliza, primeiras atividades com os estudantes e articulação dos parceiros locais.

  4. 4

    Lançamento público

    Evento de abertura com prefeito, imprensa e comunidade. O programa vira bandeira pública, com o nome da cidade, pronto para os anos seguintes.

Ao fim do semestre, a rede tem:

  • Um programa com o nome da cidade, que permanece nas estantes das escolas por anos.
  • Uma rede docente formada, capaz de sustentar o programa mesmo na troca de gestão.
  • Engajamento verificável em dashboard, com evidência de aprendizagem documentada.
  • A relação cidade-escola instalada: a comunidade participa, a imprensa local cobre, o prefeito apresenta.

Esse é o legado disponível para você construir no seu município.

Três passos para decidir com parecer técnico em mãos.

  1. 1

    Hoje. Alinhamento e autorização.

    Uma conversa para entender a metodologia e o que ela entrega ao seu território, e liberar o envio do dossiê técnico para análise.

  2. 2

    Em até 3 dias. Análise técnica e parecer.

    A Atina envia o dossiê completo: metodologia, mapeamento frente à BNCC, currículo Lattes da equipe acadêmica, pareceres jurídicos sobre a inexigibilidade e cases com dado auditado. A equipe técnica fica disponível para esclarecer e, ao fim, emite o parecer sobre a adequação à rede.

  3. 3

    Decisão informada.

    Com o parecer em mãos, o decisor conduz a escolha internamente, amparado por um documento técnico que a sustenta diante das instâncias de controle.

A análise técnica é gratuita. Não envolve orçamento e não passa por licitação. Basta autorizar o envio do dossiê.

Receber o dossiê técnico completo

Você recebe a metodologia detalhada, o mapeamento BNCC e cases reais, por e-mail, em até 3 dias úteis.

Comece com o essencial. Leva menos de um minuto.

Felipe Seibel, Líder de negócios da Atina

Felipe Seibel

Líder de negócios · Atina

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